Cheio de vilões, Verdão empata com Furacão e não cai graças ao Santos
Publicado em 08/12/2014 às 07:59
Por: Isisnaldo Lopes

A temporada do centenário palmeirense, na qual a torcida sonhou com heróis, terminou cheia de vilões ainda no último jogo do ano. Mas o presidente Paulo Nobre, o principal deles, pôde respirar aliviado em seu camarote no Palestra Itália. O time que ele montou foi incapaz de ir além do empate por 1 a 1 com o Atlético-PR, sem pretensões no Brasileiro. Impossível não vaiar essa equipe. O rebaixamento, porém, não veio porque o Santos venceu o Vitória, em Salvador.



A única vitória que os mais de 33 mil pagantes no estádio do Verdão viram na  tarde do último domingo foi o xará baiano, que parou no Santos no Barradão. A camisa verde, campeã do século XX, dona de mais títulos nacionais entre todas do futebol brasileiro, mais uma vez, foi mal representada.

Lúcio personificou o desastroso ano, não acertando quase nada e contribuindo para Ricardo Silva abrir o placar para os paranaenses, aos nove minutos de jogo. Dez minutos depois, um pênalti duvidoso deu a Henrique a chance de converter e empatar, aos 19 do primeiro tempo. Um raro momento de alegria para uma torcida cansada de sofrer.

Wesley, vaiado antes mesmo de o jogo começar, invalidou o esforço de Valdivia, que jogou sem condições físicas e viu o volante interromper ataques sempre que tocava na bola. Para piorar, o ano terminou com Victorino formando com Lúcio a mesma zaga que levou 6 a 0 do Goiás. Nomes que explicam a tensão que dominou o estádio e só não virou tragédia graças ao Vitória, mais incapaz do que o Palmeiras e, por isso, rebaixado – o Bahia, que também podia passar o Verdão, perdeu para o Coritiba, no Paraná.

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